Torres gêmeas: a queda das mentiras

|| Postado por Newton Albuquerque em 12-09-2011

A manipulação da extrema direita americana do atentado que atingiu as torres gêmeas, tolda os fatos e gera desconfiança até hoje sobre as versões divulgadas pelo fundamentalista Bush.



O governo mais mentiroso na história dos Estados Unidos colocou sobre a mesa três informes para esclarecer o que aconteceu no dia 11 de setembro de 2001. O que dizem é muito simples: esse dia foi realmente histórico porque se romperam as leis mais elementares da física. Mais de 1.500 engenheiros, arquitetos e físicos pedem uma nova investigação sobre o que ocorreu neste dia em Manhattan. O artigo é de Alejandro Nadal, do La Jornada.

Qualquer um que tenha dúvidas sobre o colapso das Torres Gêmeas no dia 11 de setembro de 2001 conhece a síndrome. Seus conhecidos perguntarão invariavelmente: então você acredita na teoria da conspiração? E aqui é onde você não deve fraquejar. As dúvidas são sobre o “colapso”. Não se deve recuar nem um centímetro dessa questão: a queda das Torres Gêmeas e do arranha-céu WTC 7 (de 47 andares, que não foi atingido pelos aviões) não recebeu uma explicação adequada. É preciso não perder isso de vista. E as discussões sobre conspirações não ajudam em nada a esclarecer a forma e a velocidade do dito colapso.

Esse é o ponto central sobre o qual se concentra a análise dos membros da organização Arquitetos e Engenheiros pela Verdade do 9/11. Qualquer um pode examinar o volumoso expediente de provas reunido por essa organização em sua página na internet - www.ae911truth.org. Já são 1.549 engenheiros, arquitetos e físicos estadunidenses que assinaram uma petição pedindo uma investigação séria sobre o que ocorreu neste dia em Manhattan. Ninguém pode deixar de dar uma olhada no material desse portal.

Tudo isso merece uma explicação mais detalhada. Os aviões que foram lançados contra as Torres Gêmeas provocaram uma forte explosão e um grande incêndio. Os informes oficiais das agências estadunidenses se limitam a examinar o que ocorreu nos edifícios no período transcorrido entre o impacto dos aviões e o início do colapso. Uma vez iniciada a queda das torres os informes abandonam o relato.

Após falar do impacto e do incêndio, tudo se passa como se o tema tivesse sido esgotado e já não fosse necessário seguir a análise. Os informes do Instituto de Normatização e Tecnologia (NISTP), da Agência de Administração de Emergências (FEMA) e da Comissão Especial formada pelo então presidente Bush apresentam diferenças. Mas coincidem em que os incêndios não fundiram a estrutura de aço e que o impacto e o fogo debilitaram os suportes dos pisos diretamente afetados fazendo com que cedessem e provocando assim a queda dos edifícios. A sua explicação vai até aqui.

Mas o essencial é o seguinte: os informes não dizem nada sobre a forma em que se desenvolve o colapso das Torres Gêmeas ou do edifício WTC7. Entre outras coisas, não explicam por que os três edifícios caíram na velocidade de uma queda livre. A evidência das filmagens das três quedas é claríssima. Nos três casos, o colapso ocorre como se entre os pisos superiores e a planta baixa não houvesse nada que oferecesse resistência.

Isso é uma anomalia que surpreende qualquer arquiteto ou engenheiro. As estruturas de aço dos pisos inferiores são feitas para resistir e estavam intactas depois do impacto dos aviões. Elas tinham que oferecer resistência. Os informes especiais não dizem nada sobre isso.

Por outro lado, as duas Torres Gêmeas eram compostas de várias centenas de milhares de toneladas de concreto que foram pulverizadas na queda. Os engenheiros, físico e arquitetos que examinaram as evidências depois do colapso sabem bem que, se se lança um bloque de concreto de uma altura de cem andares, a única coisa que se consegue é que ele se despedace.

Mas não vai se pulverizar. Para isso, se requer uma fonte de energia adicional. Os pisos superiores poderiam comprimir e pulverizar o concreto dos pisos inferiores? A resposta é negativa: se os pisos superiores tivessem comprimido os pisos inferiores, provocando a pulverização, a queda não teria ocorrido a uma velocidade gravitacional.

Como foi eliminada a resistência dos pisos inferiores para permitir o colapso à velocidade de queda livre? De onde saiu a energia que permitiu pulverizar as centenas de milhares de toneladas de concreto das duas torres? Essas duas perguntas carecem de uma resposta oficial. Vários estudos sérios apontam em uma direção: explosivos.

Não se trata de explosivos convencionais, como os usados em qualquer demolição controlada. A análise de amostras de pó e de fragmentos das construções revela a presença de microesferas de ferro fundido e alumínio, que é um sinal de reações com o explosivo incendiário térmita. Vários estudos sobre amostras de poeira concluíram pela presença de estilhaços com compostos de nanotermita (partículas de óxido ferroso incrustradas em uma matriz rica em carbono). Tudo isso indica, segundo esses estudos, a presença de explosivos não convencionais nos acontecimentos do 11 de setembro, que poderiam ter eliminado a resistência dos pisos inferiores, explicando assim a velocidade de queda livre do colapso.

O governo mais mentiroso na história dos Estados Unidos colocou sobre a mesa três informes para esclarecer o que aconteceu no dia 11 de setembro de 2001. O que dizem é muito simples: esse dia foi realmente histórico porque se romperam as leis mais elementares da física.

Tradução: Marco Aurélio Weissheimer





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PERFIL

Artur Bruno é professor e deputado federal pelo PT-CE. Atualmente é primeiro vice-presidente da Comissão de Educação da Câmara dos Deputados. Já foi deputado estadual por quatro mandatos consecutivos e vereador de Fortaleza por outros dois. É casado com Natercia Rios e pai de Marina e Mayara.

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