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Atualidades
29-10-2008
Capitalismo e Crise Financeira Global - Anexos II

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Anexos 03 e 04

Anexo 03: A Era da Modéstia - Kenneth Serbin

Após a febre consumista dados anos 1990 e 2000 à custa de empréstimos maciços, americanos desaprenderam a viver com poucos recursos, mesmo a classe mais baixa. Quando eu era criança e jovem, nos EUA, aprendi que cada geração deve conquistar um padrão de vida mais alto que a geração anterior. Devido à primazia econômi¬ca de meu país, atingi a maiori¬dade nos anos 1960 e início dos anos 1970 acreditando em que as necessidades básicas da vida eram garantidas e em que eu poderia automaticamente bus¬car uma carreira que me desse tanto sucesso financeiro quan¬to realização pessoal. Ambos os meus avôs se mu¬daram da Europa para os EUA, aprenderam inglês e obtiveram empregos trabalhando com as mãos. Um deles era estofador de móveis, e o outro trabalhava numa fábrica. A vida ficou difícil durante a Grande Depressão, mas, no boom do pós-Segunda Guerra, todos os seus filhos ingressa¬ram na nova maioria formada pela classe média e desfruta¬ram o maior conforto da histó¬ria da humanidade. Meu pai não cursou faculda¬de, mas sempre teve emprego trabalhando com máquinas ou como técnico. Graças aos hábi¬tos econômicos dele e de mi¬nha mãe e à ajuda de meus avós, sempre tiveram casa pró¬pria sem contrair hipoteca.

O começo do fim

Mas o primeiro choque pe¬trolífero, em 1973, aliado à in¬flação causada pelos orçamen¬tos federais inchados da era da Guerra do Vietnã e da "grande sociedade" do presidente Lyndon B. Johnson, trouxeram em seu bojo um longo período de estagflação e incerteza. Foi o começo do fim do grande sonho da classe média americana. 1978 ingressei na Universidade Yale, esperando en¬contrá-Ia fervilhando com o idealismo e o ativismo que ha¬viam tão notoriamente dinami¬zado os campi universitários al¬guns anos antes. Em lugar disso, porém, me deparei com uma ênfase gran¬de sobre o pré-profissionalis¬mo, termo sombrio que refletia a realidade econômica difícil que minha geração começava a enfrentar. Resumindo, significava que uma educação universitária se tornara algo altamente competitivo e que já não representava garantia de um bom emprego. Em 1981, enquanto o país se esforçava para recuperar-se dos juros de 20% do final da dé¬cada anterior, meu pai perdeu seu emprego, depois de 25 anos trabalhando para sua empresa. Em uma economia que ini¬ciara um processo acelerado de desindustrialização e, em alguns setores, se tomara inca¬paz de competir com países co¬mo o Japão, ele foi obrigado a aceitar outro emprego rece¬bendo pouco mais que o salário mínimo e sem benefícios.

Minha mãe já trabalhava em tempo integral para ajudar a pagar minha educação univer¬sitária e esperava poder deixar o emprego depois que eu me formasse, em 1982. Mas teve que continuar trabalhando pa¬ra ajudar a poupar para a apo¬sentadoria de meus pais. Comparada com o resto do mundo, a economia americana ainda oferecia oportunidades para os jovens e criativos. Fui viver e estudar no Méxi¬co e no Brasil e contei com apoio sólido para obter um PhD em história e conseguir um emprego acadêmico, um privilégio imenso num mundo em que a maioria das pessoas trabalha em empregos estres¬santes das 9h às 17h. Mas, depois de me casar e vi¬rar parte da engrenagem econômica, na casa dos 30 anos, lu¬tei para conquistar os benefí¬cios econômicos que meus avós e meus pais tinham desfrutado no período de 1945 a 1973. Meu avô materno não chegou a concluir o ensino médio, mas, mesmo assim, na década de 1950, terminou de pagar, em pouco tempo, uma casa própria muito boa localizada num bom bairro.

Trabalho duro

Minha avó nunca trabalhou nem um dia em sua vida. Agora, mesmo munido de um PhD, tive dificuldade em comprar um apartamento próprio e fui obrigado a contrair uma hipoteca de 30 anos. Minha mulher e eu só conseguimos comprar uma casa com quintal depois de ela encontrar um emprego, efetivamente dobrando nossa receita. Contraímos mais uma hipo¬teca de 30 anos. A vida de pós-graduando e bolsista no Brasil me preparou bem para um estilo de vida simples, assim como o fez meu ca¬samento com uma brasileira que, na juventude, freqüente¬mente vivera na quase-pobre¬za. Nós dois - ela de modo mais visceral do que eu - conhecemos a fragilidade da existência para a maioria dos humanos. Mais a maioria dos america¬nos não faz idéia de como é a vi¬da nos países mais pobres. Pro¬tegidos e doutrinados por jin¬gles comerciais que promovem o consumismo de maneira sua¬ve, eles vivem em um mundo de fantasia, que reforça o desejo de viver melhor do que viveram seus pais. Como em minha situação, para equiparar-se ao padrão de vida da geração anterior, as fa¬mílias americanas passaram a precisar de pelo menos dois as¬salariados trabalhando em tempo integral.

Mas como superar esse padrão? Os EUA encontraram uma solução em meados dos anos 1990. Para começar, suas grandes empresas transferiram a pro¬dução para a China e outros países em que se pagavam salários miseráveis. Isso manteve baixos os preços nos EUA, mas também acelerou a desindus¬trialização e enfraqueceu a saú¬de geral da economia. Em segundo lugar, os EUA reduziram as restrições ao crédito. Depois de me graduar, em 1982, não consegui cumprir as exigências para ter um cartão de crédito. Hoje os americanos possuem mais de 600 milhões de cartões de crédito e carre¬gam trilhões de dólares de divida pessoal. Espantosamente, mesmo na esteira do derretimento multitrilionário das hipotecas de alto risco, ofertas de novos cartões de crédito continuam a chegar pelo correio. Com a autorização de seus pais, até mesmo crianças têm cartões de crédito nos EUA. As gerações de meus avós e de meus pais costumavam economizar antes de fazer com¬pras grandes. Nas décadas de 1990 e 2000, os americanos saciaram sua fo¬me por toda uma gama de bens - televisores de tela grande, restaurantes de alta classe, esportivos utilitários que conso¬mem muito combustível, car¬ros importados de luxo, festas de aniversário luxuosas para seus filhos e grandes residên¬cias, adquiridas com pequeno ou nenhum pagamento à vista - por meio de empréstimos maciços. O século americano conquis¬tou grandes vitórias para o mundo, tais como a elevação global da expectativa de vida. Mas o crescimento econômi¬co maciço e a transformação do dinheiro em artigo que é trans¬ferido eletronicamente muda¬ram as percepções humanas do dinheiro e do poupar.

A maneira aleatória, movida pelo pânico em que as autorida¬des públicas vêm tratando a crise, revela que ninguém com¬preende realmente o significa¬do de um sistema de múltiplos trilhões de dólares. Lamentavelmente, em cola¬boração com as próprias pes¬soas que ajudaram a promover essa "débâcle", as autoridades estão buscando escorar o siste¬ma, em lugar de reformá-Io. Religião do sucesso Confortavelmente posicio¬nados no centro dele, muitos americanos pensaram que o crédito fosse ilimitado e aban¬donaram qualquer senso de responsabilidade pessoal. Cada vez menos americanos sabem viver modestamente, até mesmo entre as classes mais baixas. Em termos morais, os norte¬americanos substituíram o cristianismo por uma nova reli¬gião do sucesso. Essa religião não tem vida após a morte nem consideração pelas gerações fu¬turas, pois seu credo consiste em consumir o máximo possí¬vel aqui e agora.

Anexo 04: O Fundamentalismo do Mercado Levou à Crise - GEORGE SOROS


Vivemos, hoje, a pior crise finan¬ceira desde a década de 1930. Sob certos aspectos, ela se parece com outras ocorridas nos últimos 25 anos, mas há uma diferença fundamental: esta crise marca o fim de uma era de expansão de crédito que se baseava no dólar como moeda internacional de reserva. As cri¬ses periódicas do passado fizeram parte de um processo cíclico mais amplo de expansão e contração (da economia). A crise atual é a culminação de um super¬crescimento que durou 25 anos. Não se trata, é certo, do prelúdio de uma nova Grande Depressão. A história não se repete. As autoridades não permitirão que o sistema bancário entre em colapso, como ocorreu em 1932, exatamente porque seu colapso causou a Grande Depressão.

Ao mesmo tempo, a crise atual não pode ser comparada às crises periódicas que afligiram segmentos específicos do sistema financeiro desde o início dos anos 80 - a crise bancária internacional de 1982; a crise do setor de poupança e empréstimos nos Estados Unidos em 1986; a derrocada dos seguros a carteiras de investimento em 1987; a falência do (banco de investimento americano) Kidder Peabody em 1994; a crise dos mercados emergentes em 1997; a quebra do (banco japonês) Long-Term Capital Management em 1998; a bolha da tecnologia em 2000. Esta crise não está confinada a determinada empresa ou a um segmento específico do sistema finan¬ceiro. Ela levou o sistema como um todo à beira do colapso e está sendo contida com a maior dificuldade. Isso terá conse¬qüências de longo alcance. Não poderemos continuar como antes. Uma era acabou. (...) Para entender o que está acontecendo, é preciso ter em mãos um novo paradigma.

O paradigma hoje dominante afirma que os mercados financeiros tendem ao equilíbrio. Esse pressuposto é falso e induz ao erro. Em grande medida, nossos problemas atuais podem ser creditados ao fato de que o sistema financeiro internacional se desenvolveu tendo por base esse paradigma. A crença em que os mercados tendem ao equilíbrio é diretamente responsável pelo tumulto atual. Encorajou as autoridades regulató¬rias a abandonar sua responsabilidade e a depender de mecanismos de mercado para corrigir os excessos dos próprios mercados. A idéia de que os preços tendem a se voltar para a média, embora possam apresentar deslocamentos aleatórios, serviu como prin¬cípio aos instrumentos financeiros sintéticos e às práticas de investimento que são desmanteladas no momento. Contrariando o que diz a teoria econômi¬ca clássica, que presume a existência do co¬nhecimento perfeito, nem os participantes do mercado nem as autoridades monetárias e fiscais são capazes de tomar suas decisões com base exclusivamente no conhecimento. Os erros de avaliação e os erros conceituais afetam os preços de mercado e, o que é ainda mais relevante, os preços de mercado afetam os fundamentos que supostamente devem refletir. Os preços de mercado não se des¬viam do equilíbrio teórico aleatoriamente, como sustenta o paradigma corrente.

As visões dos participantes e dos reguladores nunca correspondem ao verdadeiro estado de coisas; quer dizer, os mercados jamais alcançam o equilíbrio postulado pela teoria econômica. Existe uma conexão de mão dupla entre a percepção e a realidade geradora de processos de expansão e contração. Inicialmente, eles se auto-alimentam e, depois, eles se auto destroem; são as bolhas. Toda bolha consiste de uma tendência e de uma concepção equivocada que intera¬gem de modo reflexivo. Houve uma bolha no mercado imobiliário americano, mas a crise atual não é só o estouro dessa bolha. É maior que todas as crises financeiras periódicas que experimentamos em nosso tempo. Todas essas crises são parte do que chamo de uma superbolha - um processo de longo prazo que se desenvolve desde o início dos anos 80.

Ela consiste de uma tendência do¬minante, a expansão do crédito, e de uma concepção equivocada dominante, o funda¬mentalismo de mercado (também conheci¬do como laissez-faire, no século XIX), que defende que os mercados devem ser livres. As crises precedentes foram bons testes que reforçaram a tendência e o erro conceitual dominantes. A crise atual é o ponto de in¬flexão a partir do qual elas se tornaram, ao mesmo tempo, insustentáveis. (...) Tanto a globalização quanto a super¬bolha, em minha opinião, começam na década de 1980, quando Ronald Reagan e Margaret Thatcher chegaram ao poder. O período que se seguiu foi pontuado por problemas ocasionais em segmentos específicos de mercado. O surto de em¬préstimos internacionais dos anos 1970 se transformou na crise bancária internacio¬nal de 1982. O uso excessivo de seguros para carteiras de investimento transfor¬mou um abalo transitório no mercado de ações em uma queda sem precedentes, em 1987. Em 1998, a moratória russa na crise dos mercados emergentes levou à insolvên¬cia do (banco japonês) Long-Term Capital Management (LTCM), um grande fundo de hedge que empregava alavancagem (a aceitação de riscos equivalente a várias vezes o seu capital). Isso ameaçou a estabilidade do sistema financeiro.

O caso levou o Fed a reduzir as taxas de juros e organizar um resgate cooperativo ao LTCM pelas insti¬tuições credoras. Os incidentes não leva¬ram a quaisquer reformas regulatórias. Ao contrário. A capacidade do sistema para resistir a esses desgastes reafirmou o credo prevalecente do fundamentalismo de mer¬cado e conduziu a um relaxamento ainda maior do ambiente regulador. Depois, vieram a bolha da tecnologia, que estourou em 2000, e o ataque terrorista de 11 de setembro de 2001. Para evitar uma recessão, o Fed reduziu a taxa dos fundos federais a 1 % e a manteve nesse patamar até junho de 2004. Isso gerou a bolha da habitação, em que as inovações financei¬ras desempenharam um papel importante. Com a distribuição mais ampla dos riscos, mais riscos podiam ser assumidos. Infeliz¬mente, o risco foi transferido daqueles que supostamente o conheciam para terceiros, menos familiarizados com ele.

Pior: os métodos e instrumentos recém-inventados eram tão sofisticados, que as autoridades regulatórias perderam a capacidade de cal¬cular seus riscos. Elas vieram a depender de métodos de controle de risco desen¬volvidos pelas próprias instituições. Algo semelhante aconteceu com as agências de classificação de risco, que supostamente deveriam avaliar a capacidade de crédito dos instrumentos financeiros. Passaram a depender de cálculos feitos pelos próprios emissores desses instrumentos. Considero que isso representa um chocan¬te abandono de responsabilidade por parte das autoridades regulatórias. Se elas não eram capazes de calcular os riscos, não de¬veriam ter permitido que as instituições sob sua fiscalização os aceitassem. Os modelos de risco dos bancos se baseavam na suposição de que o sistema em si fosse estável.

Mas, ao contrário das crenças dos fundamentalistas de mercado, a estabilidade nos mercados financeiros não é garantida. Precisa ser ativamente sustentada pelas autoridades. Ao confiar nos cálculos de risco do mercado, as autoridades desencadearam um período de expansão descontrolada de crédito. Com uma expansão de crédito descontrolada, o passado se torna um guia ineficaz nas con¬dições atuais. Desvios mais altos em relação à média, que deveriam ser extremamente ra¬ros, passaram a ocorrer com maior freqüên¬cia. Isso deveria ter servido como sinal de alerta, mas foi ignorado em ampla medida pelas autoridades regulatórias e pelos parti¬cipantes do mercado também. Os diversos títulos sintéticos de hipo¬tecas se baseavam na suposição de que o valor das casas nos Estados Unidos nunca declina. As regiões individualmente podem flutuar, mas o mercado como um todo é estável.

Isso fez com que títulos que disper¬savam o risco por várias regiões parecessem mais seguros do que hipotecas individuais. Essa suposição ignorava a possibilidade de uma bolha nacional na habitação da mag¬nitude daquela que de fato ocorreu.

As autoridades regulatórias fizeram declarações pró-forma quanto ao risco moral, mas, na hora de agir, decidiram promo¬ver o resgate das instituições consideradas grandes demais para quebrar. Sabiam que suas intervenções introduziam incentivos assimétricos que favoreciam uma expansão do crédito cada vez maior, mas se deixaram influenciar a tal ponto pelo apego ao fundamentalismo de mercado prevalecente e pelo próprio sucesso, que vieram a acreditar que os mercados podem mesmo se auto-regula¬mentar. Foi assim que a expansão do crédito veio a atingir níveis insustentáveis. O momento certo para conter uma ex¬pansão de crédito é durante a fase expan¬siva. Os bancos centrais reagem à inflação de preços e salários, mas não se sentem compelidos a prevenir a inflação nos preços dos ativos. Alan Greenspan protestou con¬tra a "exuberância irracional" do mercado de ações em 1996, mas não foi além das palavras. Deixou de falar sobre isso quan¬do elas não tiveram o efeito pretendido. Greenspan tinha uma compreensão mais profunda dos fenômenos econômicos do que a maioria dos especialistas.

Mas é líci¬to criticá-lo por permitir que suas visões políticas, inspiradas por Ayn Rand (1905-1982), interferissem em sua conduta como presidente do Federal Reserve de maneira mais intensa do que seria apropriado. Ele apoiou os cortes de impostos promovidos por Bush em benefício do 1 % mais rico da população e argumentou que o déficit orçamentário deveria ser reduzido pelo corte de serviços sociais e de despesas públicas desnecessárias. E, ao manter a taxa de desconto dos fundos federais em 1 % por mais tempo do que o necessário, ele pode ter influenciado de alguma forma as eleições de 2004. A responsabilidade pela bolha imobi¬liária pode, com justiça, ser atribuída a ele. Ben Bernanke (atual presidente do Ped) é mais teórico e não tem a capacidade de manipulação que caracterizava Greenspan.

Ele e Mervyn King, (presidente) do Ban¬co da Inglaterra, estavam agudamente preocupados com o risco moral, e isso teve muita influência sobre sua resposta tardia à bolha da habitação, em 2007. As autoridades sistematicamente ignoraram ou subestimaram os abusos e excessos do setor hipotecário e seu efeito sobre a economia real. É por isso que o Federal Reserve ficou tão para trás da curva. O Fed tem a autoridade legal para regula¬mentar o setor hipotecário, mas optou por não a exercer. O Tesouro também se manteve passivo durante todo o período. Só entrou em ação quando a crise estava bem adiantada. Em termos gerais, a crise da habitação terá amplas conseqüências sociais. Não se pode esperar que o presente governo faça muito a respeito. Caberá à próxima administração enfrentar essa depressiva realidade. E àquela altura estará mais claro até que ponto ela é de fato depressiva.

COMPILAÇÃO FEITA A PARTIR DE:

- Almanaque Abril 2007, 33ª ed. São Paulo: Ed. Abril, 2007.

- AQUINO, DENIZE, JESUS, OSCAR. História das Sociedades. São Paulo: Ao Livro Técnico.

- http://www.wikipedia.org

- Artigos dos jornais  O Povo e Folha de São Paulo.

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Mensagem:  " O conteúdo da página "meio ambiente em questão" que foi aqui divulgada é de autoria do Dr. Antônio Silveira Ribeiro dos Santos e consta de seu site com endereço na rede mundial:www.aultimaarcadenoe.com.br e que por um lapso não lhe foi dado o devido crédito, nem constou seu copyright."

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Deputado Estadual Artur Bruno

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