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03-07-2015

O papa e o meio ambiente

A encíclica lançada deve funcionar com um livro de cabeceira para os habitantes do planeta, com leitura frequente.

Ao lançar a encíclicla Laudato Si (Louvado seja), o papa Francisco estabelece uma relação íntima entre os pobres e a fragilidade do planeta. Pela primeira vez, um papa se preocupa com as questões ambientais, o receio da destruição do meio ambiente, que prejudica a todos e, para Francisco, especialmente os pobres. A preservação da natureza é um desafio para a humanidade. A encíclica lançada deve funcionar com um livro de cabeceira para os habitantes do planeta, com leitura frequente. O documento papal, de acordo com publicação das Edições Paulinas “é um urgente apelo à preservação da Terra e da vida, por meio da qual a Igreja procura também influenciar os trabalhos da próxima Conferência sobre o Clima”, que ocorrerá em dezembro de 2015, em Paris.

O papa se baseou também em relatórios recentes da Organização das Nações Unidas (ONU) que prevê uma “catástrofe ambiental” até 2050, mesmo com os investimentos de vários países em energias renováveis e sustentabilidade. “Hoje tudo o que é frágil, como o meio ambiente, permanece indefeso contra os interesses do mercado divinizados, transformado em regra absoluta.” A aspa é do documento o qual mostra a convicção de que tudo está estreitamente interligado no mundo. Ele crítica o paradigma que deriva da tecnologia, recomenda a busca de outras maneiras de entender a economia e o progresso. São também eixos desta encíclica, inspirada no Cântico das criaturas, de São Francisco de Assis, que, em 1979, o papa João Paulo II o proclamou como Padroeiro dos Ecologistas: o valor próprio de cada ser , o sentido humano da ecologia, a grave responsabilidade da política, a cultura do descartável e a proposta de um novo estilo de vida.

A preocupação do Sumo Pontífice abre um leque para uma reflexão mais profunda: é que, ao fim dos próximos 35 anos, são estimadas mais de 3 bilhões de pessoas vivendo em situação de extrema pobreza, e, pelo menos, 155 milhões estariam na América Latina e no Caribe. E essa condição demográfica e social seria motivada também pela degradação do meio ambiente e pela redução dos meios de subsistência, como a agricultura e o acesso à água potável. Não podemos ficar de braços cruzados vendo o planeta respirar por aparelhos. Se todos dermos as mãos por esta causa, poderemos derrubar as estatísticas que apontam para uma catástrofe. Eu aposto na educação ambiental para promover esta transformação na

nossa casa comum:o planeta terra. 


Louvado seja.


Artur Bruno



Fonte: Jornal O Povo - 22/06/2015

 

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Deputado Estadual Artur Bruno

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