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27-06-2014

Combate às drogas

Para além da questão da insegurança urbana e da saúde pública, temos de lutar para preservar a dignidade humana – a primeira a ser afetada pelo uso das drogas

A Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu, em 1987, o 26 de junho – ontem –  como o Dia Internacional de Combate às Drogas. O governo federal seguiu o exemplo e também determinou a mesma data para reforçar o combate a essa chaga social. O nosso País é terceiro no ranking da rota de cocaína. O crack passou a gerar, no Brasil, mais auxílio-doença do que o álcool desde 2006. Novas drogas surgem a cada dia, como o “cristal” e o “oxi”, que possuem poder devastador.

Como consequência desse cenário, temos o aumento da criminalidade nos grandes centros urbanos. O problema está se expandido para as zonas rurais. É preciso reforçar os investimentos na inteligência policial para desarticular quadrilhas que movimentam o tráfico nas principais capitais brasileiras. As fronteiras com os países vizinhos precisam ser melhor vigiadas.

Atualmente, a Política Nacional sobre Drogas prevê o compartilhamento das responsabilidades entre os entes federados. No Ceará e em Fortaleza, por exemplo, há órgãos específicos para combater o uso de substâncias psicoativas. A tentativa é fazer com que as ações perpassem diversas secretarias, promovendo uma política intersetorial contra as drogas.

A educação integral é uma importante estratégia para evitar que jovens entrem nesse submundo. A prática esportiva e disciplinas ligadas à arte no contraturno têm de ser estimuladas para atrair cada vez mais esse público para dentro das escolas. O acolhimento familiar é outro inibidor do aumento dessa onda, assim como campanhas educativas.

Precisamos combater também o preconceito. Não podemos criminalizar pessoas em situação de drogadição. Temos de encarar a questão como um problema social e de saúde (a dependência química em si). Um passo importante do tratamento contra o vício é a reinserção dessas pessoas na sociedade. Programas de qualificação profissional como o Pronatec dão novas oportunidades a esse público visando a uma melhor colocação no mercado de trabalho e, como consequência, um futuro mais promissor.

Louvamos aqui o trabalho diversas instituições que colaboram no combate às drogas. As igrejas, ultimamente, têm se destacado nessa tarefa. Não podemos esquecer dos Alcoólicos Anônimos (AA) e das comunidades terapêuticas que trabalham de forma séria. A responsabilidade, no entanto, é de todos nós. Para além da questão da insegurança urbana e da saúde pública, temos de lutar para preservar a dignidade humana – a primeira a ser afetada pelo uso das drogas.

Fonte: jornal O Estado - 27/06/2014

 

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Deputado Estadual Artur Bruno

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