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04-04-2014

A Petrobras e o ano eleitoral

Há diversos interesses no desgaste da Petrobras, não apenas eleitoreiros

Mais uma vez as forças conservadores se articulam para, em ano eleitoral, tentar atrapalhar o projeto em curso que tem desenvolvido o Brasil com sustentabilidade econômica, equidade social e distribuição de renda. A bola da vez é a Petrobras, maior estatal brasileira com atuação em 17 países e que ocupa a oitava posição entre as empresas do ramo de energia do planeta (lucro de R$ 23,57 bilhões em 2013 e receita de R$ 304,9 bilhões, 11% e 8% a mais do que o registrado em 2012, respectivamente).

Setores com interesse em desgastar a imagem do governo federal – tendo como alvo principal a presidenta Dilma Rousseff, que, este ano, concorre à reeleição – e outros que, historicamente, tentam privatizar a Petrobras estão tentando emplacar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar supostas irregularidades envolvendo a estatal.

Uma dessas atividades irregulares seria a compra de uma refinaria em Pasadena (Estados Unidos), que teria sido adquirida com preço superfaturado pela Petrobras. O que a oposição não diz é que o equipamento foi comprado por um valor inferior ao praticado em 2006. A operação foi de US$ 486 milhões, e não US$ 1,18 bilhão como afirmam. A refinaria de Pasadena teve um custo bem menor se comparada a outros negócios fechados em 2006.

A sociedade precisa saber que a estrutura tem dado lucros à Petrobras e que ela só será vendida quando o mercado pagar um preço justo. A refinaria não será vendida, portanto, em período de baixa. É importante esclarecer que o equipamento para refino foi comprado em Pasadena antes de a estatal encontrar a camada pré-sal e mudar seus planos para investir na construção de refinarias no Brasil.

Há diversos interesses no desgaste da Petrobras, não apenas eleitoreiros. Os grandes acionistas que criticam o fato de o governo “segurar” o preço da gasolina não entendem que a população é a maior prejudicada com o aumento e que essa medida é importante para controlar a inflação. Para eles, quanto mais subir o preço do combustível vendido nas ruas – e, por consequência, o valor das ações da estatal – melhor.

Defendemos a apuração e o esclarecimento das denúncias. Órgãos competentes como a Controladoria e os tribunais de contas já operam para tal. Investigar irregulares e punir práticas inidôneas têm sido uma política de governo da presidenta Dilma. O caso da Petrobras não será diferente. Repudiamos quem está se utilizando eleitoralmente desse debate e, consequentemente, enfraquecendo o processo democrático do País.

Fonte: O Estado - 04/04/2014

 

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Deputado Estadual Artur Bruno

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